Oi...
Hoje escrevo sobre algo que penso ser central da missão da Igreja e que muitas vezes é abafado por realidades importantes, mas não centrais.
Jesus teve duas grande preocupações: a palavra e a pessoa. Foi claramente no anúncio da boa nova e na sua vivência que Jesus dedicou as suas forças... fico preocupado quando nós perdemos do nosso horizonte estas realidades e as trocamos por outras que sendo importantes não foram centrais no seu ministério.
Recordo duas de imediato: dinheiro e sexo. Hoje houve-se falar muito destes dois temas... ou porque os cristãos, em particular os padres, são muito agarrados ao dinheiro, e no fim da missa só fazem é pedir... ou porque as conversas, e em particular os padres, gostam muito de falar sobre as questões sexuais dos outros, naturalmente.
Penso que a Igreja precisa dos bens materiais, mas Jesus não vivia preocupado com isso: ide e onde ficardes comei e bebei...; e naturalmente que a sexualidade é importante para o homem e nesse sentido a Igreja deve ajudar os cristãos, assim como noutras áreas, mas não pode virar obsessão, como eu já ouvi.... alguém levar 30 minutos a falar sobre sexo como se fosse uma coisa demoníaca... é preciso ter cuidado: "mulher ninguém te condenou? vai e não voltes a pecar..." esta é a atitude de Jesus, por isso esta deve ser a nossa atitude.
A PALAVRA e a PESSOA no centro da acção pastoral da Igreja e não outras....
Abraços e beijos...
Hoje escrevo sobre algo que penso ser central da missão da Igreja e que muitas vezes é abafado por realidades importantes, mas não centrais.
Jesus teve duas grande preocupações: a palavra e a pessoa. Foi claramente no anúncio da boa nova e na sua vivência que Jesus dedicou as suas forças... fico preocupado quando nós perdemos do nosso horizonte estas realidades e as trocamos por outras que sendo importantes não foram centrais no seu ministério.
Recordo duas de imediato: dinheiro e sexo. Hoje houve-se falar muito destes dois temas... ou porque os cristãos, em particular os padres, são muito agarrados ao dinheiro, e no fim da missa só fazem é pedir... ou porque as conversas, e em particular os padres, gostam muito de falar sobre as questões sexuais dos outros, naturalmente.
Penso que a Igreja precisa dos bens materiais, mas Jesus não vivia preocupado com isso: ide e onde ficardes comei e bebei...; e naturalmente que a sexualidade é importante para o homem e nesse sentido a Igreja deve ajudar os cristãos, assim como noutras áreas, mas não pode virar obsessão, como eu já ouvi.... alguém levar 30 minutos a falar sobre sexo como se fosse uma coisa demoníaca... é preciso ter cuidado: "mulher ninguém te condenou? vai e não voltes a pecar..." esta é a atitude de Jesus, por isso esta deve ser a nossa atitude.
A PALAVRA e a PESSOA no centro da acção pastoral da Igreja e não outras....
Abraços e beijos...
Comentários
Há temas e problemas sobre os quais algumas pessoas - cada vez mais, hoje em dia - sentem grande necessidade de falar até à exaustão. Provavelmente, se o fizerem acabam por sublimá-los/exorcizá-los e ficam mais aliviadas, digo eu. Só não percebo o que o Pe. Joel quer dizer quando diz "em particular os padres".
Todavia, concordo quando diz que isso não deve ocupar o lugar central da missão da igreja. Esse deve ser ocupado pela Palavra e pela Pessoa de Jesus.
"(…) Deus diz-Se todo em cada palavra que pronuncia; a Palavra revela-O totalmente e tem o Seu poder de criar, de amar, de nos conduzir à Verdade. Se Deus fala, a sua Palavra só pode ser a Pessoa divina. (…)
(D. José Policarpo, Cardeal Patriarca)
Beijos e Abraços da Anokas